“…esse outro que me invade é todo feito de minha substância: suas cores, sua dor, seu mundo, precisamente enquanto seus, como os conceberia eu senão a partir das cores que vejo, das dores que tive, do mundo em que vivo?” (Maurice Merleau-Ponty – O visível e o invisível)
Toda vez que abro um dicionário ou um livro de filosofia para